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Dicas de organização para economizar dinheiro

ORGANIZACAO

Você pode até está se perguntando, o que tem haver organização e dinheiro? Por mais que não seja tão evidente, a organização está extremamente ligada ao dinheiro, ou a falta dele. Quando existe organização e planejamento, há uma possibilidade de economia, já que você não é pego de surpresa pelas situações. Veja de que forma a organização pode ser um aliada na hora de economizar.

Defina um objetivo
Quando o objetivo é definido, se torna possível identificar as prioridades e onde exige uma maior dedicação de tempo e recursos. Com essas informações ficará mais fácil decidir no que investir, evitando os gastos desnecessários.

Compre à vista
Apesar da facilidade da compra parcelada, pagar à vista continua sendo a melhor opção, já que se consegue eliminar os juros e encargos embutidos nas parcelas. Se você se organizar para juntar o valor que precisa para efetuar a compra, poderá negociar o valor final.

Faça a lista de compras
Por mais que você tenha na cabeça tudo o que precisa, nada melhor do que uma lista para te ajudar. É muito fácil perder o foco e comprar coisas dispensáveis, então saber exatamente o que precisa vai te ajudar.

Priorize as suas contas
Lembra da primeira dica? Então, ela se aplica aqui também. Um dos primeiros objetivos que você precisa cumprir quando recebe seu salário é pagar as suas contas. Não gaste com algo que não foi planejado. Pague o que deve, e só depois decida o que fazer com o seu dinheiro.

ASCON PREV, ARC VIDA OURO, CLASSIC CORRETORA e VITACLUBE firmam parceria de dez anos

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A Associação de Contribuintes do Regime Próprio de Previdência e Assistência Social dos Servidores Públicos do Estado de Minas Gerais, Associação Recreativa e Cultural ARC Vida Ouro, Classic Corretora e a VITACLUBE, firmaram no último dia 04 de julho, um contrato de parceria com duração de dez anos.

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A iniciativa prevê o desenvolvimento de um trabalho de amparo e proteção, através de benefícios e rede de convênios aos seus associados em todo o Brasil, os aposentados e pensionistas do Regime Geral Da Previdência Social (RGPS) – Instituto nacional do Serviço Social (INSS).

Através desta parceria de exclusividade, com uma condição comercial de desconto em folha com margem consignável livre, a Classic Corretora e demais parceiros ampliam sua presença em todo território nacional.

5 dicas para se proteger do frio

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O inverno começou no dia 21 de junho, e não chegou nada tímido. Por mais que muitas pessoas se identifiquem com esta época, as sensações que o frio provoca não são nada agradáveis.
Veja as cinco dicas que preparamos para você diminuir o desconforto que o frio pode trazer.

Use roupas quentes
É hora de tirar o casaco do armário! É essencial utilizar roupas quentes nessa época, e se possível, utilize várias camadas de roupas, pois elas ajudam a manter a umidade longe do seu corpo. Não se esqueça de proteger o pescoço, que geralmente fica muito exposto. Aposte em peças de lã, elas são ótimas para te manter aquecido.

Proteja as mãos e os pés
Você sabia que mãos frias em excesso provocam perda de sensibilidade? Por isso é muito importante proteger as mãos da exposição ao vento com luva, e manter a umidade através do uso contínuo de cremes.
Os pés aquecidos também ajudam a manter a temperatura do corpo. Meias, botas e sapatos fechados são opções que ajudam muito, além de cobertores em volta dos pés.

Respire pelo nariz
Muitos tem o hábito de respirar pela boca, mas nesta época isso é muito prejudicial, podendo até deixa-lo mais vulnerável a doenças. O nariz tenta aquecer o ar gelado que chega ao copo por meio da dilatação dos vasos sanguíneos. Isso faz com que o ar não chegue tão gelado na garganta, evitando uma inflamação e até uma infecção.

Coma alimentos quentes e saudáveis
Não podemos negar que uma comida saborosa é muito bem-vinda nos dias frios, parece que o apetite só aumenta, e não deixa de ser verdade. No inverno o corpo gasta mais energia para equilibrar a temperatura natural do corpo, e por esse motivo é comum sentir mais fome do que o normal. Mas, para não terminar o inverno com uns quilinhos extras, escolha alimentos mais leves e saudáveis. Dê preferência a sopas, frutas assadas, e chás quentes. E não se esqueça de beber bastante água para se manter hidratado.

Cuide da sua pele
O frio, o vento e a umidade afetam diretamente a pele, exigindo mais cuidados nessa estação. No inverno é necessário hidratar adequadamente o corpo, principalmente as partes que ficam mais expostas a baixas temperaturas. O banho quente ajuda a aquecer, mas não pode ser exagerado. A água quente prejudica a pele e a circulação. Outra dica é utilizar protetor labial, o ressecamento e rachaduras são bem comuns nesse período.

Saiba se o seguro de vida é um bom investimento

Absorbed pensive mature businessman
Saiba se o seguro de vida é um bom investimento em termos financeiros e qual suas vantagens e desvantagens!

Muita gente se pergunta se o seguro de vida é um bom investimento. No geral estão pensando em escolher entre o seguro de vida e outras opções como previdência, títulos públicos e outras opções de investimento de baixo risco. Neste artigo trataremos um pouco desta questão, mostrando as vantagens e desvantagens do seguro de vida em termos financeiros.
É um assunto muito importante para todo mundo, não importa a idade.
Tanto seguro de vida quanto investimento tem foco no futuro, porém com abordagens e focos distintos. Por isso o primeiro ponto fundamental é entender que o seguro de vida não é um investimento, mas sim uma proteção contra riscos. Vamos entender melhor por que essa diferença é tão importante:
Investimento financeiro: foco em rentabilidade futura

Investimentos, em termos financeiros, são aquisições de ativos financeiros (por exemplo títulos públicos, ações etc.) com o objetivo de obter rendimentos futuros. Você investe 1 real hoje, objetivando ter mais do que 1 real no futuro. Para saber onde investir, você avalia a taxas de rentabilidade, o risco das diversas opções e o tempo necessário para se ter retorno.

Os títulos públicos, por exemplo, tem baixo risco e são atraentes para quem pretende ter bons retornos no longo prazo, sendo uma opção atraente para quem quer um substituto melhor para a poupança. Já ações, no geral, tem maior risco e são atraentes para quem pretende ter retorno alto no curto prazo.
Seguro de vida: foco em proteção financeira

O seguro de vida não segue essa lógica, pois não objetiva o rendimento financeiro. Seu foco está na proteção contra riscos futuros como morte e invalidez por motivos naturais, de doença ou de acidente.

Ah, então deixa esse negócio de seguro de vida pra lá!”, há quem pensará. Mas não é bem assim.

Apesar de não trabalhar com rendimentos futuros, o seguro de vida não é menos importante que as infinitas gamas de investimentos financeiros. A questão está em entender para quem e por que o seguro de vida é indispensável, observando suas vantagens e desvantagens. E é isso que mostraremos abaixo 😉

O seguro de vida é altamente recomendado para diversos grupos de pessoas, dentre os quais vale destacar três:
*Pessoas que possuem dependentes
*Pessoas que dependem de seu trabalho
*Pessoas que desejam se proteger contra doenças graves

Como mencionamos, o seguro de vida possui cobertura para morte (natural ou acidental) e invalidez (por doença ou acidente). Vamos ver como essas coberturas atendem os grupos acima, e as vantagens em cada situação.
Pessoas que possuem dependentes

Para pessoas que possuem filhos, cônjuges ou outros dependentes o seguro de vida é imprescindível, não importa qual seja a idade da pessoa.

*Caso ele venha a falecer, o seguro de vida será uma garantia de que a família/dependentes terão recursos para ter estabilidade financeira até se recompor.
*No caso de invalidez, vale o mesmo raciocínio: Com a impossibilidade de exercer o trabalho que fazia, é preciso uma garantia de que tanto a própria pessoa quanto sua família não ficarão no desalento. O seguro de vida garantirá a estabilidade financeira familiar também neste caso, ajudando na superação até o encontro de novos caminhos.

Pessoas que dependem de seu trabalho

Para quem trabalha e depende da própria renda para sobreviver, a cobertura para invalidez do seguro de vida é imprescindível. Situações de invalidez temporária ou permanente por doença ou acidente podem determinar uma perda de renda inesperada e, devido às limitações físicas, difícil de se remediar no curto prazo.

Assim como para o grupo acima, o seguro de vida é também garantia de estabilidade financeira para quem depende do próprio trabalho.

Um exemplo muito claro dessa importância é observar os seguros de vida de jogadores de futebol. Ano passado o Barcelona fez um seguro de vida de R$ 656 mil para o jogador Neymar, enquanto o mesmo ainda jogava no Santos e estava sendo adquirido pelo clube europeu. Com esse seguro, se o jogador sofresse doença ou lesão grave antes de ser transferido ao novo clube, o Barcelona receberia R$ 26,2 milhões como indenização pelo “investimento frustrado”.

Pessoas que desejam se proteger de doenças graves

Por fim, há um terceiro grupo que não pode deixar de fazer um seguro de vida. Pessoas que desejam se proteger de doenças graves devem sempre considerar a contratação de um seguro de vida com cobertura para essas doenças.
Isso é especialmente válido para mulheres, focando na proteção contra o câncer de mama. Neste post “Seguro de vida ajuda a proteger mulher de câncer de mama” mostramos, inclusive com vídeo, como a segurança dada pelo seguro de vida ajuda no tratamento da doença.

A estabilidade financeira proporcionada pelo seguro de vida durante a descoberta de uma doença grave ajuda (e muito) na superação da doença, na medida em que proporciona tranquilidade ao segurado.

**Vale ressaltar que nem todo seguro de vida tem cobertura de doenças graves, sendo esta uma cobertura opcional de algumas seguradoras. Se é de seu interesse um seguro para esse tipo de risco, não deixe de verificar no orçamento se consta cobertura para a doença da qual você deseja se precaver.
Vantagens do seguro de vida

Há quem considere que há formas de investimento que substituem o seguro de vida para esses tipos de risco, com a vantagem de terem um rendimento futuro. Por exemplo: “Por que fazer um seguro de vida que indenizará a mim e minha família um valor fixo, se ao invés disso posso aplicar o que gastaria no seguro e ter um rendimento ainda maior no futuro?”. É um raciocínio válido, mas é preciso ponderar as vantagens do seguro de vida frente a essas opções.

*Preço baixo dá ao seguro de vida bom custo-benefício:

O preço do seguro de vida é relativamente baixo frente à indenização que proporcionará a você ou sua família em caso de concretização do risco. Muita gente acha que é um seguro caro como costuma ser o seguro de automóvel, mas é totalmente diferente. Seu custo-benefício é mais alto do que se costuma imaginar.

*Seguro de vida não entra em inventário:
Investimentos como ações nominais trazem rendimento e são interessantes para aumentar o patrimônio familiar, porém, em caso de morte entrarão em inventario. Pode levar anos até que um inventário seja liberado e, nesse meio tempo, os dependentes podem passar apuros pela falta de renda. Neste outro artigo “Seguro de vida entra em inventário?” explicamos melhor essa questão.

*Indenização do seguro de vida é imediata* é garantida:

Tanto para o caso de morte ou invalidez, é preciso se considerar que a indenização do seguro de vida é imediata e garantida, enquanto investimentos financeiros podem demorar anos para ter um rendimento realmente significativo (no caso de ativos de baixo risco) ou podem sofrer oscilações negativas inesperadas (no caso de ativos de alto risco).

Contar com a sorte em situações de morte ou invalidez do responsável pela família é um risco que não vale a pena, muito menos num momento crítico como esses. E o mesmo vale para quem depende da própria renda ou precisará de recursos extras para tratar uma doença grave.

Alguns exemplos podem ajudar a entender a importância desta vantagem do seguro de vida:

Grande parte dos casos de invalidez estão relacionados a acidentes de trânsito ou acidentes de trabalho. As indenizações feitas pelo Estado nesses casos (por exemplo, DPVAT e INSS, respectivamente) ajudam, mas podem demorar a serem liberadas e, dependendo do seu padrão de vida, serem insuficientes. O seguro de vida, além de mais rápido, também será feito com base em suas reais necessidades, com base no seu padrão de vida e visando mantê-lo.

*Indenização Imediata: A indenização costuma ser paga em até 30 dias.

*Não há dedução de imposto:
A indenização seguro de vida, além de não entrar em inventário, também não sofre dedução de imposto.
Para dependentes isso é essencial, pois diferente de heranças que sofrem tributação, terão um recurso já líquido e inteiramente a seu dispor para se restabelecer. O mesmo vale para que sofre com invalidez ou algum tipo de doença grave.

“Desvantagens” do seguro de vida

As desvantagens do seguro de vida não são propriamente “desvantagens”, mas sim uma questão de adequação de perfil. O seguro de vida só tem desvantagens para aquelas pessoas cuja proteção proporcionada pelo seguro de vida é indiferente ou sem propósito. Ou seja, o seguro de vida é desvantagem para quem não precisa dele, representando um gasto inútil – tal qual um pedestre que compra um capacete de motocicleta para caminhar na calçada.

Veja abaixo alguns grupos para quem o seguro de vida é relativamente indiferente:

*Crianças
*Jovens dependentes dos pais, que não dependam de sua própria renda para sobreviver
*Idosos sem dependentes (vale a dica deste outro post: “Até quantos anos pode fazer seguro de vida” )

E em todos esses casos, vale sempre uma pitada de bom senso. Por exemplo, uma jovem saudável e depende dos pais, a princípio, não tem qualquer motivo para ter um seguro de vida. Porém, se nessa família há um histórico de câncer de mama, talvez seja de bom senso considerar a possibilidade de fazer um seguro de vida com cobertura para doenças graves que inclua o câncer.

Texto extraído do blog: blog.muquiranaseguros.com.br

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A Classic deseja a todos…

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Classic marca presença na 8º Feijoada do Sincor-ES

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A Classic marcou presença na tradicional Feijoada do SINCOR-ES que aconteceu no dia 21 de agosto.
Em sua 8º edição o evento contou com a presença de importantes nomes do mercado segurador do Espírito Santo. ” Evento muito importante para a interação entre profissionais de corretagem, executivos de seguradoras, respectivos familiares e funcionários.” comentou Renato.
Sheila que participou pela primeira vez do evento ficou encantada “Muito organizado, o evento contou com musica ao vivo e homenagem em comemoração ao dia dos Pais. O SINCOR está de parabéns!” comentou ela.

Por que você deveria fazer um seguro de vida?

hands of  family in  conceptual position.

Talvez você gaste 2 mil reais por ano (ou mais) com o seguro do carro, mas não pague menos de 10% disso para proteger sua família se acontecer algo inesperado com você. Está na hora de pensar no seguro de vida como um item básico de planejamento financeiro, e não como mais um produto das seguradoras que você nunca vai usar.
“É difícil pensar com frieza que todos nós vamos morrer, que isso pode acontecer a qualquer momento e que sua família precisará respirar quando você morrer. Esse não é um dinheiro jogado pela janela”, esclarece o educador financeiro José Vignoli, do SPC Brasil.

O seguro de vida paga uma indenização a quem você escolher logo após a sua morte, reduzindo o impacto no padrão de vida das pessoas que dependem financeiramente de você por um período. Alguns também pagam os custos do funeral.
Você também pode receber esse dinheiro em caso de invalidez ou doença grave. As apólices podem incluir uma infinidade de outras coberturas.
O pagamento da indenização é isento de Imposto de Renda e, em caso de morte, é feito independentemente do inventário ou da partilha de bens entre os herdeiros, que podem demorar.
“A morte de alguém é um momento sensível, em que a vida parece travar, mas as despesas continuam”, lembra a educadora financeira Cássia D’Aquino.

Como é calculado o preço?

Quanto mais jovem e saudável você é, mais barato é o seguro de vida. Ao contratar uma apólice, é preciso fornecer informações verdadeiras sobre o seu estilo de vida e estado de saúde. Para calcular o preço, a seguradora considera a probabilidade do consumidor morrer durante o período de vigência do produto, normalmente de um ano.
“Calcular o preço é complexo. Pode ser muito barato ou muito caro, dependendo do valor de indenização que você quer receber e dos acessórios que incluir na cobertura”, explica Aura Rebelo, diretora de marketing e canais da Icatu Seguros.
O seguro de vida é mais caro para mulheres, por causa da expectativa de vida maior. Lembre que o preço do seu seguro de vida será reajustado a cada ano, pela sua idade e por um índice de correção monetária que acompanha a inflação, determinado no contrato.
Muitas pessoas superestimam o preço do seguro de vida, como mostrou um levantamento da Icatu Seguros. A pesquisa perguntou a 300 consumidores que não são clientes da seguradora quanto eles acham que custa um seguro de vida, de acordo com a sua idade e condições de saúde. Os entrevistados atribuíram um preço até 2,5 vezes acima do valor real.
Um seguro de vida tradicional para um homem de 30 anos, com boas condições de saúde, por exemplo, custa 75 reais por mês (900 reais por ano) nesta seguradora. A cobertura inclui indenizações em caso de morte (200 mil reais), invalidez (300 mil reais) e assistência funeral (5.500 reais). No entanto, 30% dos entrevistados estimaram um custo 150% maior, de 187 reais (2.244 reais por ano).
“Esse não é um produto anunciado na televisão. Um carro, por exemplo, é um sonho de consumo, e o seguro de vida não é, o que distancia ele das pessoas”, analisa Aura.

Como saber o valor da indenização que você precisa?

Não existe uma fórmula para fazer essa conta. Comece calculando todos os gastos que você tem na vida e quanto eles custam por mês, para manter todas as pessoas que dependem de você financeiramente (veja como fazer um orçamento financeiro e quais planilhas e aplicativos podem te ajudar nessa tarefa).
Então, estime por quanto tempo sua família precisaria desse dinheiro para se manter sem você, até se reestruturar. Você pode escolher, por exemplo, que quer ter uma indenização que pague a educação dos seus filhos até o fim da faculdade.
Se não tem tanto dinheiro assim para bancar um seguro com uma indenização tão alta, invista em um produto que pague, pelo menos, um ano de despesas, como sugere o educador financeiro José Vignoli, do SPC Brasil.
Lembre de incluir na conta sua renda investida em aplicações financeiras, se tiver, e suas dívidas que ficarão para a sua família pagar. Se achar muito difícil fazer essa conta sozinho, o corretor de seguros ou um planejador financeiro podem ajudar.
Faça uma revisão a cada cinco anos para entender se a cobertura contratada continua adequada para a sua necessidade, como recomenda o presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), Edson Franco.
O tamanho da indenização que você precisa pode aumentar ou diminuir com o tempo, conforme o que acontecer na sua vida. Quando os seus filhos se tornarem independentes financeiramente, por exemplo, você poderá pagar um seguro mais barato, com uma indenização menor.

Que cuidados é preciso ter ao contratar o seguro?

É importante que você saiba exatamente que pacote de coberturas está contratando, pois eles podem ser muito diferentes um do outro. “Converse com um corretor de seguros, alguém que possa auxiliar você a entender o que precisa”, orienta o presidente da FenaPrevi, Edson Franco.
O corretor de seguros apresentará a você produtos de diferentes seguradoras. Essa pesquisa de mercado é essencial para comparar preços e coberturas, como destaca a técnica da Proteste Gisele Rodrigues.
No contrato, observe as exclusões, que são todos aqueles riscos que não serão cobertos pelo seguro que você escolheu. Algumas apólices possuem carência, um período em que não se pode usar o seguro, mesmo estando em dia com o pagamento.
Ao preencher o documento com todas as informações sobre a sua condição de saúde, seja o mais sincero possível, mesmo que corra o risco do seu seguro ficar mais caro. Em caso de má-fé, a seguradora pode recusar o pagamento da indenização.

Fonte: Revista Exame