dia-do-cliente-2016
Inauguração SP
DIA DOS PAIS 2015
edicao 164 - julho
Artigo Revista Cobertura Edição 163
Absorbed pensive mature businessman

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Dia do Cliente

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Classic marca presença na 8º Feijoada do Sincor-ES

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A Classic marcou presença na tradicional Feijoada do SINCOR-ES que aconteceu no dia 21 de agosto.
Em sua 8º edição o evento contou com a presença de importantes nomes do mercado segurador do Espírito Santo. ” Evento muito importante para a interação entre profissionais de corretagem, executivos de seguradoras, respectivos familiares e funcionários.” comentou Renato.
Sheila que participou pela primeira vez do evento ficou encantada “Muito organizado, o evento contou com musica ao vivo e homenagem em comemoração ao dia dos Pais. O SINCOR está de parabéns!” comentou ela.

Por que você deveria fazer um seguro de vida?

hands of  family in  conceptual position.

Talvez você gaste 2 mil reais por ano (ou mais) com o seguro do carro, mas não pague menos de 10% disso para proteger sua família se acontecer algo inesperado com você. Está na hora de pensar no seguro de vida como um item básico de planejamento financeiro, e não como mais um produto das seguradoras que você nunca vai usar.
“É difícil pensar com frieza que todos nós vamos morrer, que isso pode acontecer a qualquer momento e que sua família precisará respirar quando você morrer. Esse não é um dinheiro jogado pela janela”, esclarece o educador financeiro José Vignoli, do SPC Brasil.

O seguro de vida paga uma indenização a quem você escolher logo após a sua morte, reduzindo o impacto no padrão de vida das pessoas que dependem financeiramente de você por um período. Alguns também pagam os custos do funeral.
Você também pode receber esse dinheiro em caso de invalidez ou doença grave. As apólices podem incluir uma infinidade de outras coberturas.
O pagamento da indenização é isento de Imposto de Renda e, em caso de morte, é feito independentemente do inventário ou da partilha de bens entre os herdeiros, que podem demorar.
“A morte de alguém é um momento sensível, em que a vida parece travar, mas as despesas continuam”, lembra a educadora financeira Cássia D’Aquino.

Como é calculado o preço?

Quanto mais jovem e saudável você é, mais barato é o seguro de vida. Ao contratar uma apólice, é preciso fornecer informações verdadeiras sobre o seu estilo de vida e estado de saúde. Para calcular o preço, a seguradora considera a probabilidade do consumidor morrer durante o período de vigência do produto, normalmente de um ano.
“Calcular o preço é complexo. Pode ser muito barato ou muito caro, dependendo do valor de indenização que você quer receber e dos acessórios que incluir na cobertura”, explica Aura Rebelo, diretora de marketing e canais da Icatu Seguros.
O seguro de vida é mais caro para mulheres, por causa da expectativa de vida maior. Lembre que o preço do seu seguro de vida será reajustado a cada ano, pela sua idade e por um índice de correção monetária que acompanha a inflação, determinado no contrato.
Muitas pessoas superestimam o preço do seguro de vida, como mostrou um levantamento da Icatu Seguros. A pesquisa perguntou a 300 consumidores que não são clientes da seguradora quanto eles acham que custa um seguro de vida, de acordo com a sua idade e condições de saúde. Os entrevistados atribuíram um preço até 2,5 vezes acima do valor real.
Um seguro de vida tradicional para um homem de 30 anos, com boas condições de saúde, por exemplo, custa 75 reais por mês (900 reais por ano) nesta seguradora. A cobertura inclui indenizações em caso de morte (200 mil reais), invalidez (300 mil reais) e assistência funeral (5.500 reais). No entanto, 30% dos entrevistados estimaram um custo 150% maior, de 187 reais (2.244 reais por ano).
“Esse não é um produto anunciado na televisão. Um carro, por exemplo, é um sonho de consumo, e o seguro de vida não é, o que distancia ele das pessoas”, analisa Aura.

Como saber o valor da indenização que você precisa?

Não existe uma fórmula para fazer essa conta. Comece calculando todos os gastos que você tem na vida e quanto eles custam por mês, para manter todas as pessoas que dependem de você financeiramente (veja como fazer um orçamento financeiro e quais planilhas e aplicativos podem te ajudar nessa tarefa).
Então, estime por quanto tempo sua família precisaria desse dinheiro para se manter sem você, até se reestruturar. Você pode escolher, por exemplo, que quer ter uma indenização que pague a educação dos seus filhos até o fim da faculdade.
Se não tem tanto dinheiro assim para bancar um seguro com uma indenização tão alta, invista em um produto que pague, pelo menos, um ano de despesas, como sugere o educador financeiro José Vignoli, do SPC Brasil.
Lembre de incluir na conta sua renda investida em aplicações financeiras, se tiver, e suas dívidas que ficarão para a sua família pagar. Se achar muito difícil fazer essa conta sozinho, o corretor de seguros ou um planejador financeiro podem ajudar.
Faça uma revisão a cada cinco anos para entender se a cobertura contratada continua adequada para a sua necessidade, como recomenda o presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), Edson Franco.
O tamanho da indenização que você precisa pode aumentar ou diminuir com o tempo, conforme o que acontecer na sua vida. Quando os seus filhos se tornarem independentes financeiramente, por exemplo, você poderá pagar um seguro mais barato, com uma indenização menor.

Que cuidados é preciso ter ao contratar o seguro?

É importante que você saiba exatamente que pacote de coberturas está contratando, pois eles podem ser muito diferentes um do outro. “Converse com um corretor de seguros, alguém que possa auxiliar você a entender o que precisa”, orienta o presidente da FenaPrevi, Edson Franco.
O corretor de seguros apresentará a você produtos de diferentes seguradoras. Essa pesquisa de mercado é essencial para comparar preços e coberturas, como destaca a técnica da Proteste Gisele Rodrigues.
No contrato, observe as exclusões, que são todos aqueles riscos que não serão cobertos pelo seguro que você escolheu. Algumas apólices possuem carência, um período em que não se pode usar o seguro, mesmo estando em dia com o pagamento.
Ao preencher o documento com todas as informações sobre a sua condição de saúde, seja o mais sincero possível, mesmo que corra o risco do seu seguro ficar mais caro. Em caso de má-fé, a seguradora pode recusar o pagamento da indenização.

Fonte: Revista Exame

Classic é uma das homenageadas do XVIII Prêmio Cobertura

O ano de 2015 exigiu maior esforço e empenho de seguradoras, corretoras e empresas prestadoras de serviços, por conta do cenário econômico vivido pelo País. As empresas que se destacaram em 2015, apesar dessa realidade, tiveram o seu mérito reconhecido durante o XVIII Prêmio Cobertura Performance, realizado ontem, 23 de novembro, na Casa Petra, em São Paulo, que reuniu cerca de 400 profissionais do setor.
Mais uma vez a Classic saiu vitoriosa da premiação com o Case: Endoacting – Fortalecendo os Laços Organizacionais.
Sheila Dias, responsável pela Gestão de Pessoas da Classic, subiu ao palco para receber a homenagem em nome de toda a equipe. “Se estamos aqui hoje é devido a nossa equipe, que em 2015 provou mais uma vez que somos um grupo unido, capaz de alcançar grandes resultados.”

Parabenizamos todos os premiados e agradecemos a Revista Cobertura por mais este evento de sucesso.

Conjugando Vida e ACP

Artigo Hélio Loreno – Revista Cobertura edição 165

A Classic continua sua expansão pelos estados brasileiros!


*Na foto: Frederico Loreno, Hélio Loreno, Clécio Fontoura, Dilmo Batim Moreira, Eduardo Macedo e Francisco Fernandes.

No ultimo dia 06 de agosto foi inaugurado o salão comercial da Classic em São Paulo Capital, para atender a parceria com a Seguradora American Life no Projeto Vida Consignado.

Sob a gerência de vendas de Eduardo Macedo (ex-GBOEX) nesse novo projeto, a Classic tem expectativas de ampliar sua área de atuação em São Paulo “Iremos oferecer o melhor atendimento aos nossos clientes, sempre visando estar a frente de suas necessidades e demandas” completa o presidente do grupo Hélio Loreno.

Tome nota: O Salão Comercial da Filial da Classic em SP fica localizado na Rua São Bento, nº 470 – 15º Andar Conjunto Ímpar / Centro – São Paulo – SP.

Feliz Dia dos Pais

Conjuntura e atitude!

Artigo Hélio Loreno – Revista Cobertura Edição 164

Microsseguros e seus desafios

Artigo Revista Cobertura Edição 163

Revista Cobertura – Edição 163

Brasileiros ainda não se deram conta da necessidade de poupar para a aposentadoria

Quatro pesquisas realizadas neste ano e pelo menos duas feitas no ano passado traçaram um retrato atual do comportamento dos brasileiros em relação à aposentadoria. Em todas, a conclusão é uma só: os brasileiros não estão preparados para a aposentadoria. Uma das pesquisas mais recentes entrevistou mil brasileiros. O resultado revelou que ainda existe uma grande lacuna entre o nível de conscientização e os verdadeiros hábitos de poupar.

Embora mais da metade (52%) tenham manifestado otimismo em relação ao futuro da economia, segundo dados apurados em fevereiro, – antes do agravamento da crise econômica -, 37% afirmaram não acreditar em sua própria capacidade de manter seu estilo de vida e na possibilidade de viver de forma confortável na aposentadoria. Outra pesquisa recente, divulgada também em fevereiro por uma empresa de gestão de investimentos, descobriu que entre os brasileiros que poupam, apenas metade pensa em usar os recursos para a aposentadoria. Mesmo assim, 80% estão otimistas em relação ao futuro.

Os brasileiros até se preocupam com a fase da aposentadoria, mas outras prioridades consomem os recursos que poderiam servir para manter o padrão de vida na velhice. Uma das pesquisas divulgadas em janeiro deste ano apurou que 53% dos trabalhadores ainda não economizam pensando na aposentadoria. Os motivos alegados foram: desemprego (35%), compra de imóvel (28%), crise econômica global (27%), contratação de dívida (26%) e educação dos filhos (21%).

Otimismo?

Segundo o IBGE, dentro de 20 anos o país terá mais de 88 milhões de pessoas acima dos 60 anos. O que representa mais de 40% do total da população brasileira. A solução da Previdência Social para equilibrar as contas foi o fator previdenciário, criado em 1999, que inseriu um novo método de cálculo das aposentadorias por idade e por tempo de contribuição. Na prática, funciona como um redutor dos benefícios.

Tanto que, segundo cálculos do Instituto Brasileiro de Estudos Previdenciários (Ibep), com base nas Tábuas Completas de Mortalidade do Brasil de 2013, o aumento na esperança de vida dos brasileiros levou a uma redução de até 0,92% na aposentadoria dos homens e de 0,78% na das mulheres. E se a presidente Dilma Rousseff não vetar, ainda neste mês haverá mudança no cálculo para a obtenção da aposentaria. A ideia da emenda é aplicar a fórmula “85/95”, que soma o tempo de contribuição com a idade.

Diante desse quadro, cabe questionar por que os brasileiros são otimistas em relação às suas aposentadorias se não poupam recursos para tanto? O curioso é que 73% da população é favorável à reforma da previdência para garantir a sustentabilidade do sistema, segundo apurou uma pesquisa feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) com 2.002 pessoas, em 142 municípios, no ano passado. Apesar da falta de consenso sobre a forma como deve ocorrer a mudança, conclui-se que a maioria tem consciência de que haverá redução do valor ou da idade nas aposentadorias.

Para especialistas, o otimismo da população diante de preocupante situação é influenciado pela percepção de que todos terão cobertura garantida pela seguridade social. Esse comportamento incoerente foi detectado também em relação ao seguro de vida. Uma pesquisa realizada por uma resseguradora estrangeira verificou que o Brasil, entre seis países da América Latina, detinha o menor volume de seguros de vida e saúde, mas um grande porcentual dos entrevistados se considerava protegido por possuir produtos de poupança (VGBL e PGBL).

Três anos atrás, o FMI e o Banco Mundial realizaram o estudo “O impacto financeiro do risco da longevidade”, alertando para o efeito do aumento da expectativa de vida na economia mundial. Segundo a pesquisa, se todo mundo vivesse mais três anos, além da média calculada para a aposentadoria até 2050, haveria um aumento nos gastos com previdência de 50% do PIB de países avançados e 25% dos emergentes.

Para Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil, os números são preocupantes. “Muitos brasileiros têm de encarar uma grande redução na renda na fase da aposentadoria, enquanto os planos de saúde e gastos médicos não param de crescer. É necessário se prevenir”, disse. O consultor e professor Eduardo Leopoldino de Andrade também adverte: “Se você está ainda na ativa, acredite que a aposentadoria de seus sonhos deverá ser construída por você mesmo. E quanto mais cedo começar a se preocupar com isso, melhor”.

Texto: Márcia Alves

Fonte: CVG